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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Joana Rita Sousa





Joana Rita Sousa é formadora na área da filosofia para crianças e criatividade. Licenciou-se em Filosofia na Universidade Católica Portuguesa e concluiu mestrado em Gestão de Recursos Humanos, na Universidade Europeia (antigo ISLA Lisboa) na área da filosofia aplicada a empresas e organizações.
Assume-se como a Linda de Suza da Filosofia: com a mala de cartão viaja pelo país para ministrar formação na área da filosofia para crianças e criatividade, bem como para orientar oficinas de pensamento crítico e criativo junto de "miúdos e graúdos". Nesse âmbito, criou um projecto de continuidade, PhiloTKD, em parceria com os instrutores de Taekwondo Sara Prisal e Alexandre Lopes. Em 2011 foi convidada pela Escola Portuguesa de Moçambique, em Maputo, para orientar uma formação junto dos professores e educadores da escola.

Organizou, em conjunto com Celeste Machado, o I Encontro de Filosofia para Crianças e Criatividade, em Fevereiro de 2011.

Celeste Machado

 

Doutorada em Didática e Formação, no ramo de Supervisão, pela Universidade de Aveiro e Licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Os seus temas de investigação incidem nas áreas de Educação, Supervisão, Didática, Filosofia para Crianças, Pensamento Crítico e Criativo. Integra a rede de cooperação científica Novos saberes básicos dos alunos no século XXI, novos desafios à formação de professores, inscrita no Centro de Investigação “Didática e Tecnologia na Formação de Formadores” (CIDTFF), do Departamento de Educação, da Universidade de Aveiro.
É directora pedagógica, professora de Português e formadora nas áreas de Supervisão Pedagógica, Métodos e Técnicas de Observação, Avaliação de Práticas Educativas e Filosofia para Crianças.

Colabora com o projecto filocriatiVIDAde desde a sua génese e organizou, em conjunto com Joana Rita Sousa, o I Encontro de Filosofia para Crianças e Criatividade, que teve lugar em Aveiro, a 19 de Fevereiro de 2011.

 


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Magda Carvalho e Gabriela Castro

 
 
Magda Carvalho e Gabriela Castro - do projecto CRIA, da Universidade dos Açores - vão marcar presença no II Encontro de Filosofia para Crianças e Criatividade:
 
Magda Costa Carvalho é Prof. Auxiliar no Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais da Universidade dos Açores, onde leciona disciplinas de Ética e de Éticas Aplicadas. Realizou provas académicas sobre o conceito de “natureza” em Henri Bergson e em Antero de Quental. A sua principal área de investigação é a Ética Ambiental e, presentemente, desenvolve também trabalho na área da Filosofia para Crianças. É autora de várias publicações nas suas áreas de especialidade.


Maria Gabriela Couto Teves de Azevedo e Castro é doutorada em Filosofia Contemporânea, especialidade de Estética e Teorias da Arte, pela Universidade dos Açores, com a dissertação intitulada A imaginação em Paul Ricoeur, filósofo que estuda desde 1988 e que foi também tema das suas provas de APCC, em 1991, com um trabalho subordinado ao tema Os símbolos do trágico em Paul Ricoeur.
É docente da Universidade dos Açores onde tem leccionado diversas disciplinas tais como: Estética e Teorias da Arte, Ontologia, Hermenêutica Filosófica, Ética, Filosofia da Linguagem e História da Antiguidade. É directora do Centro de Estudos Filosóficos, da Universidade dos Açores e membro da direcção do Centro de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
É autora de um livro intitulado Imaginação em Paul Ricoeur, possuindo vários artigos em diversas revistas nacionais e estrangeiras, bem como obras conjuntas

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Ana Aires Breysse


 
 
Ana Aires Breyesse apresenta-se na primeira pessoa:

Socióloga, formadora, pós-graduada em Filosofia para Crianças.
Dar voz, fazer pontes, sínteses e ajudar a escolher caminhos é a minha arte. Trabalho nela todos os dias, com gente grande e mais pequena dando chão ao projeto Livres Pensadores – Aprender a pensar melhor. 
Perguntas, pensamentos, argumentos, contradições, concordâncias, escuta ativa e expressão da tolerância em relação aos outros e a nós próprios, são as “peças do nosso xadrez” .
Gosto de gelados, de pão-de-rala, dos miradouros de Lisboa, de sonhar com Moçambique e recordar viagens à Índia. 
Sou mãe de duas crianças que, inexplicavelmente, já não cabem no colo e que ganharam asas supersónicas. 
Também posso dizer que tenho um cão, mas é mais exato dizer que há um cão que me tem a mim. 

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dina Mendonça


 
 
Licenciou-se em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa em 1993. Depois foi para os EUA onde tirou o Mestrado em Filosofia para Crianças em 1996 na Universidade de Montclair, com a tese sobre “A Experiência Estética em John Dewey e a sua aplicação em Filosofia para Crianças”.  Estudou então com Matthew Lipman e Ann Sharp, fundadores do programa Filosofia para Crianças, e foi durante esta estadia que teve o primeiro contacto com o programa e com a prática da filosofia para crianças em sala. Doutorada em Filosofia com tese sobre “A Anatomia da Experiência – uma Análise do Conceito de Experiência de John Dewey” pela Universidade de South Carolina em 2003.

Membro da equipa de investigação do Instituto de Filosofia da Linguagem da Universidade Nova de Lisboa trabalha sobre a Filosofia das Emoções (www.mendoncaemotion.com). Em 2010 funda a Associação Brincar a Pensar (www.brincarapensar.pt). Tem participado e desenvolvido vários projetos na área da Filosofia para Crianças trabalhando na divulgação, formação, e na produção de artigos de Filosofia para Crianças assim como concepção e experimentação em trabalho de campo de material pedagógico original para a Filosofia para Crianças.
 
 
Dina Mendonça participou no I Encontro de Filosofia para Crianças e Criatividade, em 19 de Fevereiro de 2011, em Aveiro.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

«o rio está a andar para a frente?»


« Sen­tado ao meu lado e de olhos no Tejo, o pir­ralho per­gun­tou à avó:
„O rio está a andar para a frente?”

„Não, esta­mos para­dos” — respondeu-​lhe
„Então somos nós que esta­mos a andar para trás.„
Naquele segundo, a avó olhou pra mim e sor­ri­mos. Sor­ri­mos porque soube­mos no mesmo instante que o fil­tro de inter­pre­tação dos adul­tos vive refém de um for­matação que odi­amos. Demasi­ada racional­iza­ção para um pir­ralho que só que­ria perce­ber a lóg­ica da corrente.»

 
artigo publicado no blog Bonecas Intemporais

terça-feira, 24 de setembro de 2013

filosofia para crianças?


«O tra­balho da filosofia para cri­anças acon­tece sobre­tudo através do ques­tion­a­mento. Tento, através de recur­sos diver­sos (uma história, uma fotografia, uma notí­cia de jor­nal, um acon­tec­i­mento do quo­tid­i­ano, entre out­ros), provo­car a questão nas cri­anças, o porquê. Não é a primeira vez que digo que a filosofia para cri­anças pro­move a existên­cia de cidadãos incó­mo­dos, capazes de ques­tionar o que se passa à sua volta, de criticar e de sug­erir alter­na­ti­vas (de uma forma justificada).

Nós vamos ao giná­sio ou inscreve­mos os nos­sos fil­hos numa activi­dade física para que eles pos­sam ter um corpo forte, flexível, resistente, enfim, mais saudável, certo? A filosofia para cri­anças per­mite esse «treino», mas ao nível do pen­sa­mento e este torna-​se mais forte, flexível e resistente.

Os pais e edu­cadores têm tam­bém a pos­si­bil­i­dade de «treinar» com as cri­anças, neste processo. Há que não ter medo da chamada «idade dos porquês», porque é isso mesmo que a filosofia para cri­anças pre­tende perpetuar.»

(Joana Rita Sousa em entrevista às Bonecas Intemporais)